Tucuruvi - Notícias
São Paulo-SP

Fernanda coordenadora e examinadora de Cambridge

tucuruvi fernanda

Fernanda Morgantetti, Coordenadora Pedagógica e Examinadora de Cambridge

Hoje contaremos um pouco da trajetória de Fernanda Morgantetti, que é a Coordenadora do Centro Britânico Tucuruvi e Examinadora dos Exames de Proeficiência da Universidade de Cambridge.

E com certeza o enorme diferencial desta unidade e com certeza o motivo do sucesso da unidade na região, principalmente na qualidade do aprendizado e nível dos professores que estão na escola.

 

Minha história no Centro Britânico começou quando eu tinha 10 anos e comecei a estudar em uma unidade da escola, na zona oeste de São Paulo.

 

Eu sempre gostei muito do idioma, assistia séries e filme e ouvia muita música em inglês. Mas o que me motivou mesmo a aprender foi o método da escola, que promovia muitas conversas e situações reais dentro do aprendizado.

 

Nós íamos a restaurantes para conversar com os amigos em inglês, a professora criava eventos e situações simuladas como compras em inglês, lidar com problemas em um aeroporto internacional, etc. E eu adorava. Fiquei na escola dos 10 aos 17 anos, tirei três certificados internacionais (Cambridge) enquanto ainda era aluna e fiz grandes amigos nas aulas, que mantenho contato até hoje.

Na hora de prestar vestibular, considerei prestar pedagógica ou letras, mas acabei optando por arquitetura, por conta da parte criativa e artística. No meu último semestre de aulas de inglês, no Centro Britânico, tive uma professora, Cristina, que me disse mais de uma vez, que eu deveria dar aulas de inglês, um dia. Ela me estimulou por conta do meu jeito comunicativo e por eu gostar muito de inglês. Para ela, acho que ela não imaginou o impacto que isso teria na minha vida.

No primeiro ano de faculdade, eu ainda estava cursando o último semestre do curso de inglês – o Advanced 3 – e fui até a dona da unidade onde eu estudava e decidi pedir por um trabalho como professora de ingles. Ela me deu uma chance no processo seletivo e eu passei pela prova do idioma, por duas entrevistas e pela dinâmica de grupo.

E passei. Quando a dona da unidade e coordenadora me deram o resultado, eu lembro de ter ficado muito feliz. Eu daria aulas nas salas em que eu ainda era aluna. Como parte dos benefícios, eu poderia cursar o último semestre de curso gratuitamente. Meus pais ficaram bem felizes de estarem economizando um semestre do curso de inglês. Eles também não imaginavam o impacto disso tudo no meu futuro. Nem eu imaginava o que estava começando da minha relação com o idioma e o ensino da língua.

Eu fui pegando mais e mais turmas na escola. Eu estudava à tarde e dava aulas de manhã e à noite. Comecei a dar aulas para diferentes alunos e níveis, pegando mais e mais níveis avançados. Todo semestre, nas férias, eu passava por treinamentos na marca para melhorar a didática e as técnicas de ensino.

 

Em 2001, eu tirei meu certificado de Cambridge de CAE – nível avançado com nota B, com muito orgulho da minha coordenação e da minha família.

Depois de alguns anos dando aula, comecei a ser chamada pela minha coordenadora para trabalhar na criação de atividades e conteúdo para os cursos.

A marca já tinha três ou quatro unidades, e todos os professores usavam o que era criado pela matriz, que era a unidade onde eu trabalhava. Assim, eu passei a me envolver mais com os materiais, conhecendo melhor cada curso e as coisas específicas de cada livro.

Nesse meio tempo, eu trabalhei em escritórios de arquitetura, inclusive um escritório com projetos internacionais. Eu viajei juntamente com um desses projetos, para Alemanha, Portugal e África do Sul, com o intuito de traduzir as reuniões de projeto.

Era um escritório grande que trabalhava em parceria com a Odebrecht e eu era a única pessoa do escritório, mesmo sendo estagiária, que dominava o idioma. Viajei quatro vezes, com todos os custos inclusos, graças ao domínio do idioma. Mais uma vez, eu estava colhendo os frutos do meu empenho com o inglês.

 

Ao me formar, em 2004, eu tive que optar, finalmente por ser uma arquiteta ou uma professora de inglês, e para mim, a decisão foi muito simples. Apesar de adorar a área da arquitetura, minha grande paixão havia se tornado a sala de aula e meus alunos.

Eu sempre amei estar em contato com os alunos, vê-los aprendendo e vencendo desafios. A área de idiomas é sempre uma área vinculada à coisas boas e sucesso, profissional e pessoal e eu me apaixonei por ver isso tão perto de mim todos os dias.

 

Eu estava cada vez mais envolvida com a criação de materiais e atividades, para toda a rede, junto com uma equipe de outros professores, então, assim fui me desenvolvendo na área e na parte de método pedagógico até mais do que se tivesse cursado um curso mais genérico de pedagogia, por exemplo, pois aplicada tudo que eu criava imediatamente em sala de aula e criava coisas para uma situação real que eu mesma testava em sala com os meus alunos.

Eu vi alunos começarem na escola, com 5 ou 6 anos e se formarem no idioma, tirarem o CAE e ingressarem nas suas profissões, do jeito que eu fiz. Estabeleci grandes vínculos com alunos, pais e mães e fiz grandes amizades.

 

Portanto, ser examinadora de Cambridge me fez valorizar ainda mais o aprendizado e uma marca forte e realmente focada no aprendizado do aluno. E infelizmente são poucas que pensam assim no Brasil. E por isto que quase poucas são centro aplicadores de Cambridge, justamente pelo método não ser aprovado. 

Pensem nisto! 

 

 

Visite a nossa fanpage

https://www.facebook.com/fernandamorgantetti/